Saudades desse Blog morimbundo
Hoje estou com vontade escrever....dai lembrei-me desse blog esquecido, e sem funcão que ninguem visita mais, claro né....quem vai ler essas bobeiras passadas, eu continuo fumando e estou quase com o pulmão explodindo........e onde andarão meus amigos de luta....????
Escrito por Nêssa às 21h52
Escrito por Nêssa às 17h22
Ainda viva!!!
Pessoal, se alguem passar por aqui, estou fazendo outras coisas, mas estou viva ainda, derd!!!!cansei do blog, de vez em quando tipo uma vez ao ano, voltarei, e agora me preocupo mais com meu twiter agora....bju a todos
Escrito por Nêssa às 17h21
Feliz Ano Novo
Que 2010 seja muito bom aos amigos novos , antigos e o que estão por vir....
Escrito por Nêssa às 00h49
Achei muito boa matéria...
http://www1.folha.uol.com.br/folha/publifolha/ult10037u345213.shtml
Escrito por Nêssa às 00h07
Escrito por Nêssa às 15h13
Sempre Tem alguem que precisa saber!!!!!
A crise de abstinência de nicotina - 8/2/2008
Tinha até esquecido o quanto sofre o fumante para largar do cigarro. Parei há 23 anos e já não me lembrava das agruras pelas quais passei até ficar livre da dependência de nicotina que me escravizou durante 19 anos. Ao gravar uma série para a TV com seis personagens que pararam de fumar num mesmo dia, no entanto, revivi meu sofrimento e pude observar as dificuldades dos dependentes diante da crise de abstinência de nicotina.
O cigarro nada mais é do que um dispositivo para administrar droga. A nicotina inalada com a fumaça é rapidamente absorvida pelos alvéolos pulmonares, cai na circulação e chega ao cérebro num intervalo de seis a dez segundos. Inalada, chega mais depressa do que se tivesse sido injetada na veia, porque não perde tempo na circulação venosa. A velocidade com que a droga chega ao sistema nervoso central explica por que a primeira tragada traz alívio imediato ao fumante aflito.
No tecido cerebral, a nicotina se liga a receptores localizados nas membranas dos neurônios localizados em vários centros cerebrais. A integração desses circuitos é responsável pela sensação de prazer que os dependentes referem sentir ao fumar - e que os não-fumantes são incapazes de entender.
A droga é de excreção rápida. Sua meia-vida é curta: duas horas, em média. Isto é, metade da dose fumada é eliminada da circulação em duas horas. Por razões genéticas, essa velocidade de excreção varia de um fumante para outro; os que eliminam a droga mais depressa tendem a fumar mais. Grande parte dos que fumam dois ou três maços por dia é constituída por metabolizadores rápidos de nicotina.
A presença de outras drogas na circulação pode alterar a velocidade de excreção. É o caso do álcool, substância na qual a nicotina se dissolve com muita facilidade. Como o álcool é diurético, ao beber, o fumante excreta rapidamente na urina a nicotina nele dissolvida. A queda da concentração da droga no sangue desencadeia o desejo irresistível de fumar.
Viciados em nicotina, os neurônios do centro que integra as sensações de prazer, ao sentirem seus receptores vazios dela, estimulam outros circuitos de neurônios, que convergem para o chamado centro da busca. Esse centro é responsável por induzir alterações comportamentais com a intenção de nos obrigar a repetir ações que anteriormente nos trouxeram prazer: sexo, comida, temperatura agradável para o corpo, etc.
Uma vez que os centros do prazer ativam o centro da busca, este não pode ser mais desativado. O centro da busca permanecerá ativado mesmo que o prazer responsável por sua ativação deixe de existir. Por isso o fumante se surpreende ao acender um cigarro no toco do outro, o usuário de cocaína continua cheirando apesar do delírio persecutório que experimenta toda vez que usa a droga, e o jogador compulsivo é capaz de perder a casa da família em cima do pano verde.
Informados da falta de nicotina, os neurônios do centro da busca lançam mão de sua mais poderosa arma de persuasão comportamental: a ansiedade crescente. Tomado pela vontade de fumar, o fumante perde a tranqüilidade, fica agitado, nervoso e não consegue se concentrar em mais nada. Para ele, não existe felicidade possível sem o cigarro.
Como a nicotina é droga de excreção rápida, essas crises de ansiedade se repetem muitas vezes por dia. Para evitá-las, o fumante vive com o maço ao alcance da mão para acender um cigarro assim que surgirem os primeiros sinais, porque sabe que a intensidade dos sintomas da crise é crescente, insuportável. O cérebro aprende, então, que ansiedade e nicotina estão indissoluvelmente ligadas. Daí em diante, todo acontecimento que provocar ansiedade será interpretado por ele como resultante da ausência de nicotina. Por isso os fumantes levam imediatamente um cigarro à boca ao menor sinal de ansiedade ou diante da emoção mais rotineira. Por isso dizem que o cigarro os acalma.
O curto-circuito de prazer que a nicotina arma entre os neurônios provoca uma dependência química de forte intensidade, enfermidade cerebral crônica e recidivante. Para tratá-la, é preciso ensinar o cérebro novamente a funcionar como fazia antes de entrar em contato com a droga. Tal empreitada significa enfrentar a abstinência de nicotina, que se manifesta em crises repetitivas, muito mais intensas, desagradáveis e difíceis de suportar do que aquelas provocadas por drogas como cocaína, crack, maconha, ou álcool.
Os primeiros dois dias sem fumar são os piores. As crises se sucedem uma atrás da outra até atingirem freqüência e duração máximas em 48 horas. Nesse período, as manifestações incluem irritação, ansiedade, tremores, sudorese fria nas mãos, fome compulsiva, modificação do hábito intestinal, alterações da arquitetura do sono (insônia ou hipersônia), dificuldade extrema de concentração e alternância de episódios de apatia com outros de agressividade comportamental.
A partir do terceiro dia, a freqüência das crises e a intensidade dos sintomas começam a diminuir gradativamente, dia após dia. À medida que as semanas se sucedem, o desejo de fumar continua a manifestar-se, mas vai embora cada vez mais depressa.
Em média, seis meses depois de parar de fumar, a maioria dos ex-fumantes já consegue passar um ou outro dia sem se lembrar da existência do cigarro. Os neurônios começam a ficar livres da dependência que os sucessivos impactos diários de nicotina causaram em seus circuitos. É a liberdade do cérebro, que, para ser mantida, exige o preço da eterna vigilância, porque a doença é traiçoeira, crônica e recidivante.
Fonte: Site Ig Saúde - Dr Drauzio Varella
Escrito por Nêssa às 20h00
Quase tudo bem...
A não ser que estou invalida por uns dias, coluna torta, muita dor...etc....desgaste provocado pela idade avançada e uma nova mexida na minha sala, (a parede empipocou com umidade e tive que refazer) mas ficou muito mais bonita agora....Cigarro ???? continuo querendo marcar nova data..ando muito assustada com minha osteoporose galopante e sintomas de DPOC (Doença pulmonar obstrutiva cronica) nome lindo né......mas eu tô com muito medo sim.....
De resto tudo bem......Fico feliz que pelo menos o Claudio unico filho de Deus a dar atenção aos que chegam precisando de uma palavrinha amiga.....graçinha de menino.
Escrito por Nêssa às 15h32
SuperGrass Alright !!!!!!!
Escrito por Nêssa às 23h20
Meus Parabens........
Hoje é dia de Felicitações,......Parabens Viviane, por mais uma velinha, parabens por sua força de vontade, sua vontade de viver cada vez melhor e inteira, Parabens atrasado tambem para o Claudio que aniversáriou e eu nem dei uma palavrinha.....mas que a cada dia voce se torne sempre cada vez mais um vencedor......Foi muito bom conhecer essa turminha de campeões,Artemus, Tabac, Freja e muitos que vinham e iam.....mas sempre prontos prá nos levantar....Abração a todos.
Escrito por Nêssa às 09h05
Essa deveria ser minha Biblia diaria..
Matéria do G1.. de 26/08/2007
Largar cigarro é mais fácil com apoio do médico
Força de vontade é o primeiro passo, mas não basta para vencer o cigarro.
Acompanhamento médico deixa o processo menos sofrido.

Reprodução
Benefícios de apagar o cigarro definitivamente começam a aparecer em questão de minutos (Foto: Reprodução)
Na próxima quarta-feira (29), o Brasil comemora o Dia Nacional de Combate ao Fumo. Parar de fumar, no entanto, não é tão fácil quanto os não-fumantes pensam. A vontade é simplesmente o primeiro passo. Por isso, os médicos aconselham que fumantes que desejam largar o vício procurem a ajuda médica.
Clique aqui e faça o teste e descubra se você está pronto para deixar o cigarro de lado.
Apesar do que muitos não-fumantes acreditam, largar o fumo não é uma simples questão de força de vontade. Quando o cigarro vira um vício o organismo sente a falta da nicotina, o que torna parar de fumar algo nada agradável.
Bastam algumas horas sem o cigarro para que os primeiros sintomas da síndrome de abstinência comecem a surgir. A pessoa fica ansiosa e irritada, sente fortes dores de cabeça, insônia e dificuldade de concentração, entre outros sintomas. Cada hora, cada dia sem cigarro é mais difícil, até o momento em que o organismo finalmente aprende a viver sem a nicotina.
É exatamente por ser tão difícil e desagradável, que os médicos acham necessário acompanhar os fumantes em processo de abandono do fumo. A dificuldade é que a maioria das pessoas não considera fumar uma doença e, por isso, não pensa em ir a um consultório.
Com a ajuda do médico, as chances de abandonar o cigarro de vez aumentam consideravelmente e a experiência fica bem menos desgastante. Segundo estudos da Organização Mundial de Saúde, apenas 5% dos fumantes que tentam largar o cigarro sem acompanhamento médico têm sucesso. Dentre eles, só entre 0,5% e 5% não têm recaídas. Apenas ao fazer uma consulta com um médico, as chances de sucesso sobem para 10%. Se o acompanhamento do especialista for feito, sem uso de medicamentos, elas vão para 15%. Com remédios, para 30%.
O tratamento para abandonar é cigarro é personalizado, de acordo com o comprometimento, o dia-a-dia e o nível de vício da pessoa. O médico vai estabelecendo metas realistas para que o fumante não sofra demais durante o processo.
Os benefícios de abandonar o cigarro são imensos e começam a surgir rapidamente:
- Vinte minutos depois do último cigarro: a pressão arterial começa a baixar;
- Um dia sem fumar: os níveis de monóxido de carbono nos pulmões voltam ao normal;
- Dois dias sem fumar: já não há nicotina no organismo e a língua volta a perceber melhor o sabor dos alimentos;
- Após doze semanas: os pulmões e a circulação melhoram;
- Um ano depois: o risco de infarto cai pela metade;
- Dez anos depois: o risco de câncer de pulmão cai pela metade;
- Quinze anos depois: o risco de infartos e derrames é o mesmo de uma pessoa que nunca fumou na vida.
Escrito por Nêssa às 19h43

Já que ninguem quer dizer nada ....eu vou brincar de figurinhas animadas enquanto os BCTs não vem.........
Feliz Dia dos Namorados....
Escrito por Nêssa às 14h55
..............
Escrito por Nêssa às 20h16

Vixe Muê pirou de vez.............
Escrito por Nêssa às 20h07
Tá Bom......
Parabens Vivi.....vc merece muitas palmas mesmo, porque alem de parar de fumar ainda tem que aguentar o mala sem alça te empatando...que chato né....Mas não esquenta não um dia ele acorda vc vai ver...olha o bolinho de Fubá Com Champanhe uai...........hehehehehehe....viva....

Escrito por Nêssa às 22h34